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Doente é recolhido ao presídio para 14 anos de prisão

Ana Maria Cemin – 17/04/2026

EX-POLICIAL LEVADO À PAPUDA

Antes da prisão, Marco Alexandre trabalhava como segurança e também fazia Uber. Por ser ex-policial, considerou-se arriscado mantê-lo no presídio local, e ele foi levado para a Papuda, em Brasília.

Durante o longo período de encarceramento, Juliane viajava a cada 15 dias para levar o Cobal — itens de higiene, bolachas, castanhas e outros produtos permitidos. Após o nascimento da filha, no fim de 2023, ficou alguns meses sem visitá-lo. Quando voltou, em março de 2024, para apresentar a pequena Lyz, ficou apavorada com o estado do marido:

“Ele parecia outra pessoa, totalmente transformado. Falava de forma incompreensível e estava muito magro. Não tinha forças para segurar a filha no colo. Durante a conversa, disse que estava com dor de barriga e precisava ir ao banheiro, mas não tinha capacidade de chamar o guarda para pedir licença, de tão deplorável que estava. Hoje ele segue tendo crises de pânico seguidamente lá dentro.”

Nos últimos 12 meses de prisão domiciliar, Marco Alexandre recebeu atendimento adequado pela rede de saúde e se mantinha estável. Com a nova prisão, volta a soar o alerta sobre o possível agravamento de sua saúde.

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